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Ascensão do Ubuntu

Publicado por Sergio Novelli em 06/01/2010

Ubuntu

Ubuntu

“Os netbooks facilitam em muito a vida de usuários que precisam transportar os computadores, mas não podem carregar notebooks comuns para cima e para baixo. O problema é que devido às limitações, os netbooks costumam ser bastante menos potentes do que laptops e desktops.

Para fugir do fardo que é um netbook lento, muitos usuários começaram a utilizar a distribuição LINUX chamada Ubuntu, uma das mais organizadas e simples já lançadas até hoje, tanto que o slogan da distro é “LINUX para seres humanos”.  Por ser bem mais leve do que o Windows, o Ubuntu contagiou o mundo dos usuários de netbooks, que passaram a propagar a ideia e difundir o sistema operacional.

Com as crescentes vendas dos portáteis, a tendência é que a cada dia, mais e mais usuários passem a utilizar o OS de código aberto. Por isso estima-se que 2010 seja o ano da ascensão do Ubuntu e de tantos outros softwares livres, que desempenham as mesmas funções que os programas do mainstream e exigem muito menos desempenho dos computadores.”

Que o Ubuntu já está virando tendência e caindo no gosto dos usuários não é nenhuma novidade. A grande surpresa é a sua participação para baixar os preços de novas tecnologias que estão vindo com tudo em 2010. Utilizar esse S. O. é tão fácil quanto o famoso Windows e o fato de oferecer segurança, estabilidade e praticidade ajudam para que esse seja o S. O. do futuro. Não podemos nos esquecer dos que já estão no mercado, como o Android, da poderosa Google, que também é muito bom. Vamos ver o que dá.


Windows 7: A Aventura – Parte I

Publicado por Sergio Novelli em 01/12/2009

Olá, caro leitor.

No dia 24 de novembro de 2.009, postei um artigo fazendo a comparação entre os recém-lançados Windows 7 e o Ubuntu 9.10. O artigo foi retirado de um outro blog e, devido a ele e a outros artigos relacionados com o Windows 7, resolvi instalar aqui na máquina da empresa em que trabalho para testar.

Bem, eu não sou o maior de todos os fãs dos produtos da Microsoft, pelo contrário, tenho muito do que reclamar do gerenciamento de memória RAM que o windows faz, pois trabalho com programas pesados (dreamweaver, photoshop, gerenciadores de banco de dados e uma infinidade de abas abertas no firefox). Porém desde quando me entendo por usuário de computador que utilizo o windows e, portanto, devo dar um voto de confiança a mais a ele do que ao Ubuntu, pois o Windows eu domino seu funcionamento.

Na semana seguinte em que postei o artigo a que me referi (quem não leu, clique aqui) tive problemas com o Windows Vista Professional que utilizava e, por mais que tentei evitar, fui obrigado a formatar o HD. Inicialmente, formatei e reinstalei o próprio Vista, mas o problema voltou a acontecer no dia seguinte. Então resolvi voltar ao XP, pois ainda tinha muitas dúvidas se conseguiria rodar meus principais e importantíssimos programas de trabalho no Seven.

Apesar de já utilizar o XP há vários anos, a dificuldade com ele foi encontrar os drivers de instalação compatíveis. Meu patrão até tinha os CDs de instalação, porém estavam trancados em sua sala e ele estava viajando. Fiquei uns dois ou três dias com o XP mesmo instalado e nesse período, sempre que sobrou um tempo, tratei de pesquisar sobre a compatibilidade de meus programas com o Windows Seven. Traduzindo: para o Windows Vista eu não voltaria mais.

Em vários artigos lidos na rede, encontrei gente dizendo que programas que rodam no Vista e no XP só rodavam no Seven através de máquina virtual, o que para mim, não era uma solução cabível. Fiquei meio incrédulo em relação a isto, pois eu estava utilizando todos os programas que preciso no Windows Vista e, em meu notebook, tinha os mesmos programas instalados no XP e não tive que fazer nenhuma virtualização de máquina para rodá-los. Outro motivo para não acreditar nisto foi que vi um colega meu utilizando os mesmos programas que eu no Seven, porém com uma máquina mais parruda (um QuadCore). E em contrapartida, outros diziam que se o programa rodava no Vista, rodaria no Seven também.

Com isso, estava quase convencido de instalar o Seven. Minha dúvida agora era se minha máquina era boa (em termos de hardware) o suficiente para rodar o Seven e os programas (pois o Seven ocupa mais memória RAM que o Vista). Fui atrás dos requisitos mínimos e percebi que conseguiria sim rodar o Seven. Então estava decidido: retirar o então instalado XP e meter o Seven lá dentro.

Consegui com um colega de faculdade um DVD de instalação da versão demo que a Microsoft liberou em seu site, pouco antes do lançamento. Fiz o backup de tudo o que precisa, jogando no servidor local e dei adeus ao XP (sem dó, nem piedade! :D ).

A instalação

Configurei o pc para iniciar a partir do DVD e fiquei surpreso com a facilidade que o boot me ofereceu para formatar e reparticionar o HD tudo no modo gráfico, sem nenhum segredo ou dificuldade. Outra mudança notória foi a quantidade de vezes que o pc foi reiniciado: apenas duas vezes durante a instalação, muito diferente do Vista e do XP.

Ao finalizar a instalação, o Seven pediu educadamente para configurar um usuario, que ficou inativo, servindo apenas para uso do S.O. e também para configurar a data/hora, as atualizações automáticas e etc… tudo de modo extremamente fácil. Feito isso, pronto, já tinha no meu PC o mais novo S.O. da Microsoft.

Reinstalando os Programas

Bom, agora era a hora da verdade. Só o Windows nada adianta no computador.

A primeira coisa a fazer foi verificar a instalação dos drivers (video, som, placa-mãe, rede, outros). Incrivelmente, o Seven instalou tudo automaticamente sem nem ao menos eu perceber. Sem brincadeira: nenhuma das telas de instalação informou que estava fazendo isso. Bastou fazer a instalação conectado à internet. Em seguida, fui atrás da conexão de rede: esta o Windows não conseguiu configurar, mas bastou colocar os IPs e alterar o nome do Grupo de trabalho e pronto! Já estava na rede interna e navegando na internet.

Sendo assim, parti para os programas que mais utilizo: Dreamweaver CS4, Photoshop CS3, Firefox 3.5, Navicat 8, Filezilla, entre outros. Todos instalaram numa boa, sem nenhuma mensagem extra além da já conhecida tela de permissão que o Vista também apresenta quando iniciamos um instalador.

Feito isso, parti para os softwares acessórios que, inclusive utilizo muitos e a maioria foram desenvolvidos para o Windows XP ou anteriores. Essa era a hora de realmente testar a compatibilidade do Seven.

Para minha surpresa, todos foram instalados corretamente sem apresentar problemas. Bom, pensei comigo, instalar é fácil, quero ver na hora de utilizar. Mais uma surpresa: já fazem 2 semanas que estou utilizando sem problema algum. Até o FSL Laucher, que inclusive tenho um post dedicado a ele, o qual uso para organização de atalhos dos programas rodou sem reclamar.

Preciso de segurança

Foi aí que resolvi instalar o Avast Antivirus Professional. Para quem não sabe ou não instalou ainda, o Windows Seven instala automaticamente uma versão On-line do antivírus MCAFEE. Ao instalar o Avast, os problemas começaram.

De um dia para o outro, depois de desligar normalmente como de rotina no fim do expediente e, ao chegar no dia seguinte, o pc simplesmente travou logo que iniciou o Windows e fui obrigado a reiniciá-lo manualmente (leia-se: dedão no botão). Fiz isso e enorme foi meu arrependimento: o pc simplesmente pediu para realizar a verificação do HD através do CHECKDISK. Fiz uma dezena de vezes essa verificação e nada do pc voltar a iniciar o windows corretamente. Então mandei para a assistência técnica para resolverem.

Segundo nosso técnico, o problema foi causado pelo fato de ter dois antivirus instalados no computador. Ele passou um corretor do Windows e em seguida retirou o MCAFEE do pc e tudo voltou ao normal. Aproveitou para trocar a fonte que estava com problema também, mas nada a ver com o problema ocorrido.

Problema resolvido, agora apenas com o Avast instalado, finalizei o expediente e no dia seguinte eis a minha surpresa: conforme iniciei o windows, novamente o mesmo travou e tudo indicava ser a proteção residente do Avast o vilão da história. Porém o sintoma foi outro dessa vez: reiniciei o pc manualmente e ao iniciar o windows parou na tela de boas vindas. Por sorte estava com meu notebook na empresa, o que permitiu que desse andamento aos projetos.

Nesta tela, o Seven conseguiu ficar nada mais, nada menos que um final de semana inteiro parado. Isso mesmo! O ocorrido foi no sábado de manhã, por volta de meio-dia, então, como já estava com raiva do acontecido, decidi deixar o pc ligado no  final de semana todo. Na segunda-feira, ao chegar as 8h da manhã todo feliz e ancioso pelo resultado o windows tinha sim conseguido iniciar e sair da tela de boas vindas. Não faço idéia quanto tempo levou, pois no sábado ficou quase 4 horas parado nessa tela.

Nesta segunda-feira, ontem, dia 30/11/2009, consegui trabalhar o dia todo no pc sem nenhum problema, porém percebi um detalhe muito importante: a proteção residente do Avast estava desativada e todos os comandos para ativá-la também estavam desabilitados. Foi aí que saquei quem era o vilão da história. No final do dia, desliguei o pc rezando para que, ao chegar aqui hoje, dia 01 de dezembro, o problema não se repetisse na bela tela de boas vindas do Seven.

Quando cheguei na empresa pela manhã (e após rezar uma ave-maria…) liguei o pc e eis que tudo se iniciou perfeitamente, até eu iniciar o Firefox: simplesmente travou tudo de novo e não tive escolha a não ser novamente reiniciar a máquina manualmente. Ao fazer isto, adivinhe: fui solicitado a verificar o HD com o CHECKDISK. Então mandei fazer a verificação que, por sinal apresentou alguns erros, disse ter corrigido os mesmos, porém quando reiniciou sozinho, novamente pediu para passar o CHECKDISK.

Nesse momento, eu já havia ligado o notebook e já estava trabalhando nele, pois este filme já havia visto antes. Dei prosseguimento a verificação e incrivelmente dessa vez conseguiu reiniciar e iniciar o windows que, quando pensei em entrar no painel de controle para desinstalar o Avast, travou de novo.

Reiniciei mais uma vez manualmente e fui outra vez solicitado pelo CHECKDISK duas vezes, o que, de tanto passar esse corretor, acho que conseguiu resolver temporariamente o problema. O Windows Seven foi iniciado e consegui chegar sem dor de cabeça ao painel de controle. Então com toda a calma do mundo, desisntalei o Avast – isto demorou uns 20 minutos, pois ao pedir para desinstalar, o Windows “quase” travou de novo. Deixei ele fazer tudo ao seu tempo e eis que consegui remover o Avast de uma vez por todas. Mas ainda não acabou por aí.

Ao finalizar a desinstalação, o Windows solitou ser reiniciado, o que fiz com muito gosto e na certeza de ter resolvido o problema. Foi grande o susto quando, mesmo reiniciando o pc de forma correta, a inicialização passou novamente o CHECKDISK duas vezes no HD para só depois conseguir iniciar o Windows novamente.

A partir desse momento, consegui utilizar o computador sem nenhum problema até o fim do expediente. Neste meio tempo, tive mais duas pequenas surpresas: primeiro um pico de luz que reiniciou, supreendentemente o computador sem nenhum problema; e o segundo foi a instalação do programa DBDesigner que, ao finalizar a instalação, pediu que fosse instalado novamente pois havia ocorrido alguns problemas durante o processo. Fiz o que foi solicitado e ao iniciar o programa, tive um pequeno problema para trabalhar com o mesmo. Porém, nada que desativar os temas visuais do programa não resolvesse.

Esqueci de falar antes no texto: na mesma semana que instalei no pc da máquina, instalei também no notebook e, para minha sorte, não instalei o Avast, o que não me ocasionou nenhum problema até então.

Conclusão

O Windows Seven ainda está com problemas de incompatibilidade com alguns programas, mas apenas os que trabalham 100% do tempo com a memória RAM e/ou com o registro do Windows – que é o caso da proteção residente do Avast. No mais, todos os programas estão rodando fielmente como se estivessem instalados no XP.

Portanto, minha nota para o Windows 7, caçula da Microsoft é: tantantantan….! :)    -  9.5  – considerando os quesitos compatibilidade e gerenciamento de memória. Detalhe: eu não testei jogos pesados no Seven, apenas programas profissinais de programação e webdesign.

Para quem ainda tem alguma dúvida em relação ao Seven, vale a pena testar, mas não se esqueça de fazer o backup de seus dados, caso não goste e resolva voltar para o bom e velho XP :) .

Se você me perguntar: “Por que você não migra para o Linux?”, eis minha resposta: “Primeiro porque o Linux não tem compatibilidade com todos os programas, principalmente os acessórios que utilizo; Segundo que a instalação de um programa no Linux ainda é meio complexa, ao meu ver. Eu instalei o Linux em dual boot no notebook, mas até hoje não consegui configurar minha internet 3G da Claro e nem instalar um programa semelhante ao Dreamweaver: o QuantPlus (versão para Linux); Terceiro que utilizo muito o photoshop e o Gimp não me é amigável e, para rodar o Photoshop no Linux, só através de virtualização de máquina: Pô, se for para rodar o windows dentro do Linux, eu fico com o windows mesmo!! :) . Porém estou testando o Ubuntu e me adapatando a ele, conhecendo os programas compatíveis/semelhantes aos que utilizo e tal. Quem sabe daqui a mais algum tempo não opte por utilizá-lo definitivamente”.

Isto é tudo, pessoal! Até mais… e não deixem de comentar.


Windows 7 X Ubuntu 9.10

Publicado por Sergio Novelli em 07/11/2009

Windows x Linux

Windows x Linux

Continuando uma análise e inevitável comparação, o S. O. recém saído do forno da Microsoft é colocado frente-a-frente com o também recém lançado Ubunto 9.10. No artigo que segue abaixo, retirado do blog PCWorld, uma comparação detalhada entre os dois S.O.’s mais utilizados no mundo e que podem lhe ajudar a decidir qual usar em seu novo computador que está para comprar, por exemplo. :)

Segue o artigo:

Mesmo reconhecendo que a Microsoft fez um bom trabalho com o Windows 7, que o novo sistema operacional está mais leve e é mais seguro que as versões anteriores já lançadas pela empresa, o que faz, então, um grande número de usuários continuar preferindo usar o Linux (sem contar os novos adeptos) e defender a plataforma open source com unhas e dentes?
Se os motivos listados abaixo lhe soam repetitivos, é porque eles continuam a ser os principais atrativos do sistema operacional Linux que a Microsoft ainda não conseguiu vencer.

Segurança
Está provado: o Windows 7 é, realmente, o Windows mais seguro já criado pela Microsoft. Mas é melhor do que o Vista? Sim, é. Mais rápido do que o Windows XP? Hum… não muito. Ele conta com toneladas de aplicativos para ele? Sim.

Mas o Windows 7 vai continuar enfrentando a infindável batalha dos malwares e ainda carrega muito de um modelo de segurança a era pré-internet? Sim, infelizmente a resposta é sim.

É possível manter um PC com Windows seguro, a partir de hábitos seguros e munidos das ferramentas adequadas. Isto é um pouco mais fácil para aqueles usuários com mais experiência em computadores e que não se deixam enganar facilmente pelos novos truques que os criminosos virtuais vem empregando.

O problema é que nem todo mundo tem esse conhecimento e mesmo os que têm não querem passar o tempo todo atentos a esse tipo de situação, não querem ter de se preocupar se serão hackeados enquanto fazem compras na web ou ter de pensar duas vezes antes de visitar um site ou clicar em um link que chegue pelo correio eletrônico.

No Linux, felizmente, esses problemas simplesmente não existem e os usuários podem usar seus computadores sem este tipo de preocupação.

Preço
Ok. Aqui vamos nós, uma vez mais, entrar na discussão sobre preço. Temos o novíssimo Ubuntu 9.10
funcionando perfeitamente em um PC da HP com processador Intel Pentium IV de 1,4 GHz e meros 512 MB de memória RAM, equipamento comprado em 2000. Seria impensável – e impossível – rodar qualquer versão decente do Windows 7 nesse equipamento.

Mas vamos deixar a questão do hardware de lado por um momento e pensar no preço do software. A versão mais barata do Windows 7 (Home Basic Full), no Brasil custa 329 reais – não existe a opção de atualização, embora a Microsoft possa lançá-la no início do próximo ano. Em contrapartida, o preço do Ubuntu 9.10 é… zero. Basta baixá-lo, instalar e começar a usar.

Atualização mais fácil
windows-vs-linuxPara atualizar o Ubuntu no PC mencionado acima, foram necessários os seguintes passos: baixar o arquivo e queimá-lo em um CD; iniciar o PC a partir deste disco e instalar o Ubuntu 9.10 nele. O tempo total para realizar isso foi inferior a uma hora.

A instalação do Windows 7 a partir do XP é um processo muito mais complexo e, em nossos testes, consumiu cerca de oito horas. Uma forma de encurtar esse processo é contar com o auxílio de alguns programas extras com o Windows Easy Transfer e o PCmover, além do disco de instalação do sistema operacional propriamente dito.

Definitivamente, esse não é um processo simples, a não ser que você goste muito de lidar com tecnologia e decida fazer isso por sua conta e risco. Se realmente quer usar o Windows 7, o melhor a fazer é comprar um PC novo já com o sistema operacional instalado.

Compatibilidade de hardware
Ainda existe uma ilusão persistente de que o Linux suporta apenas um limitado conjunto de periféricos. Este é um conceito totalmente incorreto. O Ubuntu Linux é capaz de lidar com praticamente qualquer hardware disponível no mercado. Tudo bem que existem alguns itens específicos, em particular algumas placas gráficas e chipsets, para os quais será necessário baixar um driver adicional para poder obter o melhor desempenho gráfico possível.

Mas o que isso tem a ver com a comparação entre o Windows 7 e o Ubuntu? Muito. Ainda que a Microsoft tenha feito um trabalho muito melhor no quesito suporte a hardware com o novo Windows do que vimos no Vista, ainda existem alguns falhas de suporte com relação a alguns dispositivos bem comuns.

Por exemplo, o problema de sincronização do iPhone com o Windows 7 que parece resultado de um combinação entre a versão 64 bits do novo sistema operacional e algumas placas-mãe de alto desempenho que utilizam o chipset Intel P55 Express.

Ou que tal isso: as impressoras da HP ainda não possuem drivers compatíveis com o Windows 7. As informações mais recentes da consultoria IDC dão conta de que a HP detém 54% do mercado norte-americanos de impressoras. É inacreditável.

Aplicativos
O senso comum sugere que o Windows tem a vantagem de possuir o maior número de aplicativos disponíveis do que a plataforma Linux. E de fato tem, é fato.

Mas quantos desses os usuários realmente precisam e utilizam? É claro que se o que o usuário realmente precisa são recursos que só existem, digamos, no Adobe Photoshop, então ele não tem qualquer motivo de pensar em usar o Ubuntu nem qualquer outra distribuição Linux. Nesse caso, a pergunta seria: então por que não escolher rodas o Snow Leopard em um Mac? Mas esta é outra discussão.

Entretanto, com exceção de jogos, nada parece apontar em favor do sistema operacional da Microsoft. O Ubuntu (e várias outras distribuições também) vem com uma suíte de aplicativos de produtividade gratuita que faz praticamente tudo que o Office da Microsoft é capaz de fazer.

Quer um cliente de e-mail? O Outlook Express não vem mais com o Windows 7 (embora se ainda seja possível baixá-lo do site da Microsoft). Já o Ubuntu oferece o Evolution, um dos melhores utilitários de e-mail já desenvolvidos.

backup-and-recoveryPrecisa fazer backup do seu PC? As duas plataformas oferecem isso, mas apenas o Ubuntu proporciona um serviço online, o Ubuntu One, com 2 GB de capacidade disponível (gratuito) e 50GB no serviço pago. Caso necessite de uma ferramenta que não tenha vindo com a distribuição, basta visitar o Ubuntu Software Center, a “loja” do Ubuntu. As aspas estão aí porque tudo o que está lá é gratuito.

No caso do Windows, todo mundo conhece o caminho das pedras. Ou você compra o aplicativo que precisa (seja em uma loja física ou online) ou procura por algo que sirva no Download.com ou Tucows, por exemplo. Só não se esqueça de ter seu cartão de crédito em mão, afinal um bom software para Windows dificilmente será gratuito.

Não esperamos, mesmo, convencer fãs de carteirinha do Windows a trocar de plataforma. Nosso objetivo é acrescentar um pouco mais de lenha na discussão e colocar os usuários para pensar. Se puder, experimente o Ubuntu – e pode-se fazer isso mesmo sem mexer em nada na sua instalação Windows atual.

Quem sabe você não acabe descobrindo que esta distribuição (ou qualquer outra) do Linux é capaz de fazer tudo o que você precisa em um computador com muito menos problemas e sem precisar gastar nada.

P.S.: O artigo que acabou de ler foi retirado de: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2009/11/05/cinco-razoes-que-fazem-o-ubuntu-9-10-melhor-que-o-windows-7/ e todos os direitos estão reservados ao seu respectivo autor.


Windows 7: Será a reviravolta da Microsoft??

Publicado por Sergio Novelli em 04/11/2009

Tenho lido vários artigos interessantíssimos sobre o novo Sistema Operacional da Microsoft: o Windows 7. Em todos eles, tenho visto grandes elogios e usuários felizes. Isso ocorre depois de muita reclamação e muita crítica em relação à última versão: o Windows Vista.

Segundo artigos lidos, o Seven melhorou muito a navegabilidade dos programas, o visual do desktop e suas janelas, além de maior facilidade de instalação de rede, wireless, entre outros. Ainda não tive a oportunidade de testar, mas já assisti vários videos na internet que mostram a nova cara do Windows.

Há rumores até mesmo que a Microsoft ainda não morreu na “guerra tecnológica” contra a gigantesca Google, mas será que não é cedo ainda para achar a milionária empresa do tio Bill Gates vai revirar o jogo? Afinal, a Google está melhorando cada dia mais seus app’s e sua ferramenta de busca, além das ferramentas de SEO que são incomparáveis no mundo. Além disso, brevemente lançará o seu S.O. próprio, cuja finalidade é exatamente usar a internet como “desktop” em computadores de usuários simples e, por que não dizer, até para usuários mais avançados.

Sinceramente, por mais que a Microsoft tenha caprichado um monte no Windows 7, acho que quando lançado o S.O. da Google, haverá uma grande migração de usuários e até de micro e pequenas empresas para este, deixando a Microsoft apenas com o nicho de mercado reduzido nas grandes corporações que já gastaram fortunas para licenciar e montar suas estruturas e, provavelmente, não migrarão tão cedo para outra tecnologia.

A realidade é simples e clara: a Google está citando as notas musicais e a Microsoft dançando conforme a música, para sobreviver. :)

Para quem não conhece ainda o Windows 7, aqui vai alguns links de artigos que descreve detalhadamente cada novidade:

- http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=9631

-http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=9608&/WINDOWS+7+E+LANCADO+PELA+MICROSOFT

- http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=8320

- http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=9146

- http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=8400

- http://www.baixaki.com.br/info/3033-analise-windows-7-ultimate.htm

Bom, agora a decisão é sua em usar ou não o novo Win7.

Até o próximo.