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PHPDF – Encontro da comunidade PHP

Publicado por Sergio Novelli em 05/06/2010

Navegando pela net hoje, encontrei no Profissionais TI um banner de um dos maiores eventos realizados pela comunidade de programadores PHP e Web do Brasil. Dessa vez, a edição será no Distrito Federal e vai contar com palestras de excelentes profissionais da área de desenvolvimento de sites, sistemas e aplicativos móveis.

Para quem não conhece, o PHPHEDERAL, como está sendo chamada essa edição, tem o objetivo de ajudar a todos os iniciantes na área e fazer a troca de conhecimentos e experiências entre os mais velhos.

Serão discutidos tópicos muito interessantes como: Gestão de Demandas utilizando software livre, Inglês na informática, Software Livre: questões éticas e políticas, PHP e o Desenvolvimento Mobile Web, AMFPHP – Integração entre PHP e Adobe Flex, além de vários minicursos dados pelos próprios palestrantes abordando desde o básico ao avançado de vários assuntos técnicos.

O evento será realizado nos dias 16 e 17 de julho. Se você tem interesse em participar, acesse o Site Oficial do evento e confira a programação completa, bem como todos os palestrantes e cursos que serão ministrados. No site também é possível encontrar uma lista de hotéis próximos ao local do evento, assim como a localização exata do mesmo.

O PHPHEDERAL é iniciativa da Comunidade de PHP do Distrito Federal e tem o apoio da Faculdade Fajesu, do portal Dicas de Linux, do site BR-Linux, da Vox Tecnologia e da Faculdade Alvorada.

Infelizmente não poderei participar, mas com certeza estarei acompanhando as novidades do evento.


Olha o que a Google vai lançar muito em breve!!

Publicado por Sergio Novelli em 04/05/2010

Foi anunciada mais uma grande novidade pela gigante Google: um serviço de venda de livros em formato digital que muito lembra a iBookstore por trás do iPad. Clique na imagem e leia o posto do Tecnoblog:


Alternativa de acesso ao Gmail

Publicado por Sergio Novelli em 04/05/2010

Quem nunca tentou acessar o Gmail e este estava com problemas? Isso é normal que aconteça se tratanto de um aplicativo 100% web e com milhões de acessos no mundo inteiro. Mais normal ainda se torna quando ativamos um monte de labs e recursos extras.

Mas a Google, como sempre, pensa em tudo e deu um jeitinho!! :)

Se seu Gmail está com problemas, tente acessá-lo por este endereço alternativo que desabilita todos os labs que foram ativados por você e abre de forma rápida e segura seu Gmail.

Endereço: https://mail.google.com/mail/?labs=0

Fica aí a dica!! ;)


Você “desenvolve” sistemas?

Publicado por Sergio Novelli em 19/02/2010

Há tempos venho pensado (e passado por) – em situações em que nós, programadores somos cobrados no quesito prazo de entrega de projetos. Inclusive, dias atrás fiz, em minha cabeça, uma breve comparação em como cada uma das empresas que trabalhei e a que trabalho hoje, agem em relação à isto.

Hoje, meio que “sem querer, querendo”, encontrei um post que trouxe à tona exatamente a conclusão que cheguei na comparação que fiz anteriormente. Segue abaixo o post de Paulo Soares:

Eu sei o que é desenvolver?

Acredito que, muitos dos problemas que são enfrentados no dia-a-dia de um profissional de TI (Tecnologia da Informação), certamente, estão relacionados ao não entendimento dos conceitos que cercam a computação. Os gerentes de TI (entenda nossos chefes), talvez por pouca experiência, criam esperanças que as coisas poderiam ser melhores, que os prazos poderiam ser cumpridos, que os projetos poderiam ser entregues no primeiro prazo acordado etc.,  porém não analisam o contexto no qual submetem seus colaboradores.

Primeiro,  você sabe o conceito da palavra “desenvolver”? O melhor entendimento que extraí está no dicionário Michaelis:

de.sen.vol.ver: Adiantar, aumentar, melhorar, aperfeiçoar, fazer progredir

Pois bem, adiantar, aumentar, melhorar, aperfeiçoar, fazer progredir necessita que alguma coisa exista antes. E, geralmente, quando fazemos sistemas, a coisa nasce do zero. Tá bom, não é bem do zero, mas nada que se aproxime do que você realmente precisa existe. A menos que você esteja em uma manutenção evolutiva, as coisas nascem do zero, certo? Por que não usar a conotação bíblica? “No princípio, Deus CRIOU os céus e a terra”. Deixa eu repetir, CRIOU. Do zero… Então, se você parte do zero, você CRIA, e não DESENVOLVE.

Primeiro mito desvendado, você não desenvolve sistemas, você os cria. Eu criei isso.

Perceba que seu problema começou antes mesmo de você saber que estava em um problema. Quando você é nomeado/contratado para fazer parte de uma equipe de desenvolvimento de sistemas, você já está entrando em um barco furado e não tem noção disso. Mas, calma, como dizia Murphy: “Não há nada tão ruim que não possa piorar”.

No seu primeiro dia de trabalho, seu chefe lhe dará uma tarefa:

- Severino (esse é você), vamos iniciar o desenvolvimento do Sistema de Pagamento de Pessoal. A equipe é composta por todos os integrantes da Seção de Desenvolvimento de Sistemas, ou seja, somente você. Tudo bem?

É óóóóóóóbvio que você vai responder:

- Tudo bem, chefe. Estou aqui para desafios!

Detalhe, você nunca ouviu falar naquelas milhões de siglas que tangem a área de Pagamento de Pessoal, sem falar nos cálculos, consolidações, análises etc. Isso envolve pesquisa, seleção, construção, refinamento… Tranquilo, você sabe disso, mas seu chefe não. E não tarda para aparecer a pergunta matadora:

- Em quantos dias você me entrega isso?

Pode ter certeza, nessa hora dá vontade de “bater” num camarada desses. Pois bem, é melhor voltarmos à teoria.

Por que é tão difícil estimar?

O trabalho de criação de sistemas é tão complexo quanto o trabalho de criação de qualquer coisa inédita. Alguém, em sua sã consciência, teria a ousadia de perguntar ao Thomas Edison:

- Ei, Edison, em quantos dias você inventa a lâmpada?

Não há como medir a velocidade de criação de uma pessoa. Esse é um evento espontâneo que varia de pessoa para pessoa. Não existe regra, é o acaso que determina isso.

Por isso é tão difícil para qualquer técnica precisar, com eficiência, o prazo de criação de um sistema. Por mais que você envolva as melhores práticas de gerência de projetos, que você reduza os impactos dos riscos, que você derrube barreiras que geram atrasos, você vai acabar caindo na técnica do CHUTE, para emitir qualquer estimativa.

Segundo mito desvendado, a única técnica para mensurar o tempo de desenvolvimento de um sistema é o chute. Eu acho.

Bem, agora você deve estar achando que fiquei louco e estou falando abobrinha. Vamos ver se isso confere.

Se você é do tipo “Gerente de Projetos”, você deve estar falando: “Eu uso PERT (Análise de três pontos) e, geralmente, acerto meu cronograma”. Primeiro, acerta o cronograma um @#$%*… Você mexe no cronograma todo dia e a data de término é sempre mais longa. Segundo, o PERT usa a análise de três chutes: o prazo quando tudo dá errado, o mais provável e quando tudo dá certo. Daí se aplica um cálculo, alguma medida de dispersão, como: média ponderada, aritimética, desvio-padrão etc., e se chega a um valor que será usado para todas as atividades do projeto. Certo, é um chute calculado, mas não deixa de ser um chute.

O pessoal do XP (Extreme Programming) nem tem o que reclamar, é o chute da equipe. Então, quanto menor a equipe, maior a chance de erro. Esse é um chute bem às escuras mesmo. Mas quanto mais se treina, mais próximo do acerto estamos.

A galera da APF (Análise de Ponto de Função) se baseia numa tabela para analisar a complexidade de uma funcionalidade e daí aplica um percentual para saber quanto tempo o pessoal do desenvolvimento irá precisar. Olha só o absurdo, se você usa uma entidade com 51 atributos a complexidade é a mesma que se você usasse uma entidade com 151 atributos. Detalhe, a medida é usada para qualquer tipo de projeto. É claro que pode-se usar os Pontos de Função Ajustados, mas, isso ainda não deixa de ser um chute.

Bem, chute por chute, quanto mais simples melhor. XP, estou com vocês, viu?

Enfim, vamos aos finalmentes. E eu já inicio com o terceiro e último mito.

Terceiro mito desvendado, hoje é o seu último prazo, amanhã reavaliaremos a situação.

Já me aconteceu, salvo engano, em 100% dos casos, o último prazo não era o último. Sempre há espaço para mais uns dias de trabalho.

Não adianta você passar madrugadas em claro, sair correndo de casa, acelerar tudo que seu carro pode oferecer de potência para chegar mais cedo ao trabalho e adiantar aquele trabalho hiper-atrasado. Não precisa disso. Os prazos não são compromissos escritos em pedra. Eles mudam.

Geralmente, prazos para desenvolvimento de sistemas são negociados. Você é cobrado por prazos incumpríveis simplesmente para satisfazer o ego de alguém (chefes?). Neste caso, é a confiança que está em jogo.

Seu chefe prometeu algo para alguém e você é quem deve cumprir. Mas você não foi consultado disso. Normal, chefes adoram fazer isso. Seu chefe cobra que você entregue no prazo estipulado por ele, simplesmente, para que a confiança nele seja mantida perante os clientes. Mal sabe ele que, se entregar algo no prazo, isso, apesar de soar bem, é ruim para a equipe. Pois vão acreditar que, se você se esforçar um pouco mais, poderá entregar antes. E aí, meu querido, ninguém lembra que você dormiu 4 horas e levou duas multas de pardal para chegar ao trabalho. Você não está no seu limite, você está além.

Eu considero que há duas situações onde o rigor do prazo correto deva ser aplicado:

  1. Quando tem gente morrendo;
  2. Quando tem gente perdendo dinheiro.

Se esse não for o seu caso, dê um sorriso bem grande e relaxe! Sempre há uma luz no fim do túnel.

Bom. Nem preciso dizer que concordo com o que o Paulo disse em seu post, né? E você, o que pensa a respeito? Deixe seu comentário.


Últimas notícias da Adobe em relação ao Flash

Publicado por Sergio Novelli em 10/02/2010

FlashTodo mundo sabe que há um grande comentário na web afora de que o flash não é compatível com mac, com linux e alguns browsers no próprio windows. Ou que, quando é compatível, tem péssimo desempenho se comparado ao Windows. Para sistemas mobiles então, falar é flash é o mesmo que falarmos de vírus. Eis as últimas, digamos “bombásticas”, notícias em relação a nova versão do plugin Adobe Flash, divulgada pela própria Adobe:

Primeiro a boa: a Adobe está prometendo que o Flash 10.1 vai chegar aos smartphones — Android, WebOS, Windows Mobile — e desktops na “primeira metade” deste ano, uma data um pouco mais sólida. Ah, e ele vai chegar pelo ar. Agora, qual a parte ruim?

A parte ruim é sobre o Android: você vai precisar do Android 2.1. No mínimo. Porque ele provê um determinado acesso que a Adobe precisa para fazer a mágica acontecer. Então desculpaê todo mundo que não for o Nexus One ou o Milestone, pelo menos por enquanto. A coisa de “chegar pelo ar” também não está bem explicada ainda: o Flash poderá chegar pela sua operadora, pela fabricante do seu celular, ou, em último caso, pela própria Adobe. O que significa que o Flash não vai necessariamente chegar a todo mundo ao mesmo tempo. Vai depender do seu telefone. Mas eles estão apostando que mais da metade dos smartphones (53%) terão o Flash Player em 2012. Como seria de se esperar, a Adobe diz que o Flash Player 10.1 estará em alguns tablets também, com performance acelerada no nVidia Tegra 2, Snapdragon da Qualcomm (o do Nexus One) e i.MX515 da Freescale.

Por último, a Adobe gostaria de lembrar a todos que essa coisa de Flash versus HTML5 é bobagem, já que eles suportam totalmente o HTML5, como todos os padrões web. Eles adoram os padrões web, na verdade. Porém! Eles também gostariam de aproveitar a oportunidade para lembrar a todos que a padronização do HTML5 está a anos de distância, enquanto o Flash funciona hoje mesmo. E o lance de você reparar numa performance zoada no Mac, segundo eles, é meio que culpa do próprio Mac, que limita o acesso a APIs e não fornece bons relatórios de falha para que eles possam melhorar. Além disso, ainda segundo a Adobe, os aplicativos tendem a rodar mais rápido no Windows do que no OS X porque a performance é cerca de 20% menor usando o compilador GCC do OS X, sem contar que mesmo dentro do mesmo sistema operacional a performance varia, já que o Flash roda 20% mais rápido no IE8 do que no Firefox, por exemplo. De qualquer forma, a performance será melhor no Mac com o Flash 10.1, já que ele vai mudar para o CoreAnimation.

Bom, seja o que Deus quiser… mas eu torço para que ele queira o HTML5 ;)


Adivinha quem vai entrar na guerra das tablets?

Publicado por Sergio Novelli em 04/02/2010

Hoje, sem querer, querendo… encontrei este artigo muito interessante sobre a tecnologia recém lançada por Steve Jobs.

O lançamento de iPad em 27 de janeiro mexeu de tal forma com o mercado que grandes fabricantes estão se mobilizando para oferecer também suas soluções. Um deles, quem diria é o próprio Google.

O rumor surgiu a partir do post de Glen Murphy, um dos engenheiros de interface do Chrome OS, no site oficial do projeto Chromium, direcionado aos desenvolvedores do sistema operacional. No material publicado ele demonstra de forma bem embrionária como esta interface “rodaria” em um tablet.

Vamos combinar que é ainda um breve rascunho conceitual, centrado principalmente na exibição do Chrome OS, mas já serve para aumentar a expectativa e fundamentar a indústria de boatos que tanto promove e ajuda a criar novos produtos no mundo da tecnologia.

O vídeo abaixo mostra como serão as telas, as abas, o teclado QWERTY e vários outros detalhes.

Fonte: Blog do Magazine Luiza


Google deixa de dar suporte ao Internet Explorer 6

Publicado por Sergio Novelli em 02/02/2010

Aos adeptos do Internet Explorer e, principalmente, àqueles que ainda utiliza a versão mais antiga do navegador, como a 6.0, preparem-se para atualizá-lo ou migrar para o Chrome ou Firefox. O Google está enviando uma notificação por e-mail sobre o assunto, avisando que deixará de dar suporte a este navegador nos seus aplicativos Google apps e Site Editor.

Segue abaixo uma imagem da mensagem em inglês e a tradução para o português, que recebi esta manhã.

E-mail de Notificação do Google

E-mail de Notificação do Google

Traduzindo:

Dear Google Apps Admin,

A fim de continuar a melhorar nossos produtos e oferecem recursos mais sofisticados e desempenho, estamos aproveitando alguns dos mais recentes avanços na tecnologia web browser. Isso inclui um processamento mais rápido de JavaScript e novos padrões como HTML5. Como resultado, ao longo de 2010, que será retirada de serviço de suporte para o Microsoft Internet Explorer 6.0, bem como outros navegadores antigos que não são suportados pelos seus próprios fabricantes.

Pretendemos começar a diminuição progressiva do apoio desses navegadores mais antigos sobre a suíte Google Docs e Google Sites editor em 1 de março de 2010. Após esse ponto, dentro de uma determinada funcionalidade desses aplicativos podem ter aumento de latência e pode não funcionar corretamente nestes navegadores mais antigos. Mais tarde, em 2010, vamos começar a fase do apoio à estes browsers para o Gmail eo Google Calendar.

Google Apps continuará a apoiar o Internet Explorer 7.0 ou superior, Firefox 3.0 e acima, o Google Chrome 4,0 e acima, e Safari 3.0 ou superior.

A partir desta semana, os usuários destes navegadores mais antigos vai ver uma mensagem no Google Docs e Google Sites editor explicando a mudança e pedir-lhes para atualizar seu navegador. Nós também alertá-lo de novo mais perto de 1 de março de lembrá-lo dessa mudança.

Em 2009, a equipe do Google Apps entregues mais de 100 melhorias para aprimorar sua experiência com o produto. Estamos a tentar bater que em 2010 e continuam a entregar os produtos de colaboração melhores e mais inovadores para as empresas.

Obrigado por seu contínuo apoio!

Atenciosamente,

A equipe do Google Apps

Preferências e-mail: Você recebeu este comunicado obrigatório de serviços de e-mail para atualizá-lo sobre mudanças importantes para o seu produto ou de uma conta do Google Apps.

Google Inc.
1600 Amphitheatre Parkway
Mountain View, CA 94043

Portanto, senhores, tratem de atualizar seus navegadores ou terão problemas.

Eu recomendo o Firefox e o Google Chrome que são mais rápidos, atualizados e têm um monte de recursos para serem utilizados.

At+.